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Arquivados em novembro, 2007

Hoax: TRAGICO ACIDENTE NA PISCINA LEGAL DO GUGU

Encontrei esta mensagem no tópico de uma Comunidade no Orkut!

Epa!!! Pior!!! Está em várias Comunidades! Fiz uma busca e verifiquei que, até o momento, somam 739 tópicos esta mesma mensagem:

[ TRAGICO ACIDENTE NA PISCINA LEGAL DO GUGU ]

NA GRAVAÇÃO DO PROGRAMA DOMIGO LEGAL…ELLEN GANZAROLI SOFREU ACIDENTE NA PISCINHA LEGAL…NA HORA DA GRAVAÇÃO ELA CAI DENTRO DA PISCINA E AFUNDA…

ELA SE AFOGOU E ESTA EM ESTADO DE COMA….ABAIXO ESTA O LINK COM AS FOTOS…

DAR UMA OLHADA AI COMO ELA ESTAVA NO FUNDO DA PISCINA….

[Link removido]
CASO O LINK NAO ABRA, COPIE E COLE EM SEU NAVEGADOR, SEM O ANDER_LINE NO INICIO DO LINK NAS PONTAS DO LINK ACIMA

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1 comentário   

Empreendorismo de guerrilha

Por: Heleni Passos

Novos tempos, novos paradigmas, mas uma há uma coisa que não muda na cultura brasileira: a vontade de empreender. Além da criatividade nata de nossa raça tão miscegenada, sempre acreditamos que uma boa idéia vai dar certo, até porque Deus é brasileiro.

Junte, então, os ingredientes: criatividade + idéia + vontade de empreender + pensamento positivo. E o que teremos?
Uma nação campeã mundial em empreendedorismo. Segundo uma pesquisa realizada em 21 países, um em cada oito brasileiros, abre seu próprio negócio. Nos Estados Unidos, encontramos a proporção de um para cada dez norte-americanos e na Inglaterra, de um para cada 33! Em países com fonte de renda mais estável como a Finlândia e Suécia temos a proporção de um empreendedor para 50 pessoas da população.

Uma explicação para este comportamento nacional, além da soma dos ingredientes acima citados, pode ser o alto índice de desemprego que obriga milhares de brasileiros à empreender por falta de uma fonte estável de renda. O fato é que somos campeões em empreender, como se pudéssemos dizer que o empreendorismo é viral, passando de um para outro com a força de uma gripe epidêmica.

O que “pega”, entretanto, é que ser campeão em abrir novos negócios não significa ser também campeão em manter as “empresas-bebês” funcionando. Segundo o Sebrae, através de uma pesquisa realizada em 11 estados brasileiros, a mortalidade das empresas brasileiras no primeiro ano de vida é muito alto, entre 30% e 60%. E nos dois anos seguintes entre 40% e 61%. No terceiro ano, o fechamento de empresas novas cresce para 73%. E quais as causas para tantas portas fechadas em um país tão cheio de iniciativas?! Bem, esta resposta exige uma reflexão além da crença na brasilidade divina:

1. Falta de bom conhecimento do ramo do negócio escolhido;
2. Gestão familiar e falta de um administrador à frente dos negócios;
3. Inexistência de capital próprio suficiente;
4. Inexistência de incentivos governamentais e impostos pesados;
5. Alto custo de financiamentos bancários;
6. Alta concorrência, ou seja, grande facilidade de copiar as inovações.

E mesmo com números tão pouco favoráveis há quem diga que o empreendedorismo poder ser apontado como a grande indústria do século XXI. Uma comprovação disto é a multiplicação de escolas para empreendedores em todo o mundo. Os EUA ganham disparado do Brasil, pois encaram a indústria de maneira mais profissional. Possuem mais de 1.100 escolas especializadas para ensinar como ter sucesso na abertura de um negócio.

Assim, vivemos num momento de alta competição: muitos profissionais para o mesmo emprego, muitos produtos para o mesmo consumidor, muitas escolas para o mesmo empreendedor e muitas empresas para o mesmo mercado. É uma disputa constante pelo poder de compra da mesma carteira, uma verdadeira “briga de rua”, onde o empreendedor precisará mais do que resolver os 6 itens acima tratados como causas de falência. Precisará ter visão de guerrilha.

Fonte: RHO Empreendedor - www.rhoempreendedor.com.br

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Para refletir: George Bernard Shaw

Cartão

George Bernard Shaw foi escritor, jornalista e dramaturgo irlandês (Dublin, 26 de julho de 1856 - Ayot Saint Lawrence, 2 de novembro de 1950).

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